A VIDA ANTES DA SAPATILHA

Outro dia  pensei (logo, twittei) em como era a vida antes da sapatilha. Que sapato baixo, confortável e bonitinho a gente usava? Existia vida além (ou abaixo) do salto alto? Porque eu tenho certeza que minhas leitoras fashionistas (huhu) não eram adeptas do Nike 360 molas, né? Bom, eu não lembro.

Lá no twitter, a maioria respondeu que a vida era mais dolorida, com joanetes e sem nenhuma fofurice (sapatilhas são fofas). Outras falaram que usavam Keds (eu tinha uma coleçããão), as clássicas Melissinhas ou as rasteiras de sempre. Mas a nossa vida não era completa…

antes-da-sapatilha1

As sapatilhas são confortáveis, não tem aquele aspecto esportivo do tênis e nem aquela estética defasada de algumas rasteirinhas. Elas são sempre bonitinhas, seja na forração, no aplique ou numa cor que fale por si só. Funcionam no calor com vestidinho e no inverno com calça-casaco, são clássicos. Mas desde quando?

historia-sapatilha

Fui  pesquisar a história da sapatilha e descobri que ela foi popularizada por Audrey Hepburn em “Cinderela em Paris” e logo depois com  Brigitte Bardot, que em 1956 alçou a Repetto à fama, com esse modelo vermelho feito exclusivo pra ela. Depois disso, entre altos e baixos, foi nessa última década que a sapatilha virou febre, desejo instantâneo de consumo imediato!

repetto-paris

E falando delas, não tem como não falar da história da Repetto. A marca francesa, que inicialmente criou sapatilhas pras bailarinos, estendeu seu campo de ação e vende pra musas de Kate Moss a Suri Cruise. A loja deles é um encanto, e acredito que diante do estoque impressionante seja impossível sair da loja sem ao menos um par (na faixa de €150)!

sapatilhas

 

Fonte: fashionismo.com

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